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Entre a medicina e a música: A dupla jornada do Dr. Nathan Valle

Redação RJ Por Redação RJ
abril 23, 2025
em Geral
Entre a medicina e a música: A dupla jornada do Dr. Nathan Valle
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Cardiologista renomado e músico por paixão, Dr. Nathan Valle compartilha sua trajetória profissional, inspirações artísticas e como concilia duas vocações que, à primeira vista, parecem tão distintas.

Com mais de 30 anos de experiência médica e atuação em hospitais como o HCor, Dr. Nathan é referência na cardiologia brasileira. Mas poucos sabem que, fora dos plantões, ele também escreve canções que nascem da vivência, da sensibilidade e da busca por sentido nas pequenas e grandes histórias da vida.

Dr. Nathan Valle (Foto: Marcos Trojan)

Leia a entrevista:

1) Para começar, você pode nos contar como se interessou pela cardiologia e o que o motivou a seguir essa carreira?

“Não tive muitas dúvidas em relação à carreira médica. Claro que, na adolescência, a gente pensa em diversas opções — cheguei a considerar ser advogado, construtor, até jogador de futebol —, mas a influência da carreira médica do meu pai foi enorme sobre minha escolha. Ele sempre foi um grande exemplo de hombridade, caráter, sucesso profissional e um cardiologista extraordinário.”

2) E como a música entrou na sua vida? Você sempre teve interesse em tocar e compor?

“Vejo a música como algo que veio pelo cordão umbilical. Minha mãe era professora de música, e minha família sempre foi muito musical.
Havia muitos instrumentos em casa: violões, guitarras, piano, percussão… muitos se tornaram meus brinquedos.
Sempre tive interesse por poesia, e compor foi algo relativamente natural. Comecei com poemas simples e infantis, e depois fui juntando com melodias que vinham à minha cabeça.”

3) Conciliar duas carreiras tão distintas deve ser desafiador. Como você gerencia seu tempo entre a medicina e a música?

“Eu não me vejo em ‘duas carreiras’, pelo menos não ainda, rsrs.
Vejo-me realmente na carreira médica — já completei 30 anos de formado. Sou muito feliz e realizado como médico, especialmente por trabalhar em hospitais tão excelentes quanto o HCor e o Oswaldo Cruz, e por fazer parte de uma equipe cardiológica de altíssimo nível, liderada pelo Prof. Enio Buffolo, um dos maiores ícones da cardiologia no Brasil e no mundo.
A música, para mim, é um hobby, um refrigério para a alma. Mas, como meu pai dizia: ‘Se for fazer, faça bem feito.’ Então me dedico bastante, com muito amor. Nem sempre é fácil conciliar o tempo, mas a gente dá um jeito.”

4) Quais são suas principais influências musicais? Há algum artista ou banda que você admira especialmente?

“Sou um ouvinte bem eclético. Na infância e adolescência, ouvi muito MPB e Bossa Nova. A música clássica tinha muito espaço em casa, assim como a música sacra.
O rock entrou na minha vida na época do cursinho, com a explosão do rock nacional nos anos 80. Ouvi muito Legião Urbana, Ultraje a Rigor, RPM, Kiko Zambianchi, Barão Vermelho, Lobão, Kid Abelha, Paralamas do Sucesso, Plebe Rude…
No rock internacional, gostava de Peter Frampton, Pink Floyd, U2, The Smiths, Deep Purple, Rod Stewart, Queen. Nunca fui fã de heavy metal — gosto de músicas mais melodiosas e poéticas.”

5) Suas canções abordam temas específicos? Você encontra inspiração em sua experiência como médico para escrever suas letras?

“Minhas músicas são fruto dos meus sentimentos e reflexões.
Quando passei por algumas dúvidas existenciais, escrevi Tua Escolha, que fala sobre decisões importantes em momentos difíceis. Durante a Guerra do Golfo, compus Soldados e Flores, uma crítica poética às guerras.
Escrevi O Poeta Morto após um plantão na UTI, em que perdi um jovem de 18 anos, vítima de acidente de moto.
E assim por diante.”

6) Fale um pouco sobre sua parceria musical com o renomado guitarrista Marcos Kleine.

“O Kleine hoje é um amigo querido, de enorme generosidade.
Conheci-o num show de sua banda autoral, em Bragança Paulista. O Kiko Zambianchi, amigo de longa data, fez uma participação e nos apresentou. O Kleine estava com alguns sintomas no peito e trocamos contatos.
Com o tempo, criamos vínculo e mostrei minhas composições a ele. Sua reação foi ótima: ‘Pô, doutor, tem bastante material aí… bora gravar!’
Um ano atrás, convidei-o para integrar Dr. Nathan e os Impacientes, e ele topou! Foi uma surpresa maravilhosa.”

7) Como surgiu sua banda, Dr. Nathan e os Impacientes?

“Sempre reuni amigos músicos para tocar eventualmente, até que o Kiko me incentivou: ‘Você precisa montar uma banda para todos conhecerem e tocarem suas músicas.’
Segui o conselho e convidei músicos que já haviam tocado comigo — todos aceitaram de primeira.
Foi um sinal muito positivo.”

8) Recentemente, vocês se apresentaram no Hard Rock Café, em Ribeirão Preto. Como foi essa experiência?

“Extremamente emocionante! Um marco na minha vida.
Primeiro, por ser numa casa tão icônica, na minha cidade natal. Estava lotado — e o melhor, de amigos queridos, que fizeram parte da minha trajetória.
O show teve um astral maravilhoso, e consegui reunir pessoas que não se viam há tempos.”

9) Quais são seus planos futuros, tanto na medicina quanto na música? Algum novo álbum ou projeto em andamento que você possa revelar?

“Na medicina, meu plano é seguir trabalhando até bem velhinho — médico não se aposenta, né? (risos).
Quero me manter sempre atualizado, participar de congressos e reuniões científicas. Tenho mestrado pela USP e pretendo iniciar meu doutorado em breve — o tema já está definido.
Na música, acabamos de gravar um EP com quatro músicas autorais, que será lançado em até 90 dias nas plataformas digitais. Estamos acertando os detalhes com editora e distribuidora.
E, claro, seguir com os shows, que são uma parte deliciosa dessa jornada.”


Saiba mais: @drnathaneosimpacientes

Fotos: Marcos Trojan/ Divulgação

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